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De aparentemente chato, o filme passou a bastante reflexivo, embora o pratinho da balança com o peso « chato » tenha pendido bem mais que o do peso « reflexivo ». Não sei o que há com esses franceses; parece que alguma coisa os impede de reassumir seu temperamento filosófico e os obriga a inserir a reflexão em doses homeopáticas, aqui e ali, em trechos cuidadosamente escolhidos de filmes com invólucro de banalidade. Alguém devia gritar com eles.

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