Jules et Jim

Não preciso dizer mais nada, não é? Pois é, aqueeeeele do disquinho 45 rotações que veio conosco de Bruxelas em 1964! Sou capaz de me lembrar de cada música. O filme, só fui ver séculos depois, na tevê e, para ser sincero, nem gostei tanto. Mas sei que é um dos grandes do Truffaut.

Vou continuar usando minha nova técnica. São mais de 9000 palavras e espero terminar a « tradução literal » em um dia e meio.

É interessante… Talvez eu tenha encontrado o filme « charneira ». Talvez Jules et Jim seja exatamente o filme que marca a mudança do homem antigo para o homem moderno no cinema. Eles abandonam a cerimônia (abandono do « vous »), os bigodes, o adultério é discutido e não tabu…

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